quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O MÉTODO IDEAL PARA FORMAR UMA CONSCIÊNCIA DE RIQUEZA

Provavelmente, enquanto lê este capítulo, você está dizendo para si mesmo : "Preciso de riqueza e sucesso." O
que você tem a fazer para consegui-los é simples : repita para si mesmo durante uns cinco minutos, três a quatro vezes
por dia, as palavras "Riqueza - Sucesso". Elas possuem um tremendo poder. Representam a força interior do
subconsciente. Fixe sua mente nesse poder substancial que há dentro de você e as condições e circunstâncias
correspondentes à sua natureza e qualidade se manifestarão em sua vida. Você não estará declarando "Sou rico" ;
estará incentivando as forças reais que existem dentro de você. Não há conflito na mente quando você pronuncia a
palavra "Riqueza". Além disso, o sentimento de riqueza irá enraizar-se em você na medida em que repisa a idéia de
riqueza.
O sentimento de riqueza produz riqueza - tenha isto em sua mente em todas as ocasiões. Sua mente
subconsciente é como um banco, uma espécie de instituição financeira universal. Amplia o que quer que nela você
deposite, quer sejam idéias de riqueza ou de pobreza. Escolha a riqueza.

A psicologia da prosperidade

O que impede as pessoas de obterem sucesso financeiro e ter abundância nas suas vidas? A resposta é geralmente focada em torno da crença de que o sucesso financeiro não é uma possibilidade. Muitas pessoas criam várias barreiras que as impede de conseguir a abundância.
Se você tem crenças limitantes sobre dinheiro a nível inconsciente, será difícil alterar as limitações financeiras porque a sua mente inconsciente irá obstruir seus esforços para ter sucesso. Esse é o motivo pelo qual algumas pessoas acabam vivendo de contracheque a contracheque toda a vida – em algum nível elas não acreditam que são capazes de fazer melhor.
Ainda que exista uma intenção positiva por detrás das suas barreiras financeiras, muitas pessoas não identificam quais são estas intenções. Também existem aqueles que sabem qual é a intenção positiva em algum nível, mas mesmo assim ainda não sabem como ultrapassar esses obstáculos.
Muitas pessoas a nível consciente pensam que estão fazendo todo o possível para atingir seus objetivos. Entretanto, ainda existem algumas partes do inconsciente que não acreditam que elas possam obter sucesso. Quanto mais a pessoa evita esta parte inconsciente, mais obstáculos continuarão a aparecer no seu dia a dia. Esta é o modo da mente trabalhar.
Por exemplo, pense numa pessoa que você conhece e que lê todos os livros sobre ‘pense e fique rico’, comparece a seminários financeiros, faz afirmações diariamente e ainda tem problemas de dinheiro. Todas essas coisas que ele está fazendo são válidas, mas, muitas vezes, não chegam até o “âmago” do seu problema que normalmente envolve algum tipo de crença limitante.
As pessoas têm crenças muito diferentes sobre dinheiro. Algumas das mais comuns são:
Você precisa de dinheiro para ganhar dinheiro.
Eu não tenho suficiente dinheiro para fazer planos.
Estou muito velho, não sei o que fazer.
Se eu invisto, com certeza o mercado vai cair.
Finanças são muito complicadas.
Todas essas são crenças de causa–efeito, as quais realmente têm pouco a fazer para alcançar a abundância. Esse tipo de crença limita a pessoa porque ela está procurando por respostas fora dela, quando na realidade a chave para a prosperidade existe dentro dela mesmo.
Abundância não é o que a pessoa tem. É um estado da mente. Muitas pessoas que têm sucesso na vida no aspecto financeiro, freqüentemente têm crenças positivas sobre prosperidade e abundância. Quando a pessoa entende e se desloca do campo da causa e efeito para o da idéia do “O que é possível?” no seu mundo, ela se desloca para um nível totalmente diferente, que afinal das contas é mais gratificante porque ela está expandindo seus contextos mentais sobre o dinheiro.
Muitas pessoas, ao invés de se concentrarem no que é possível, perdem muito tempo pensando sobre o que elas não têm. Um padrão interessante se desenvolve no qual elas se tornam furiosas e ressentidas sobre a sua situação, o que cria mais limitações e barreiras nas suas vidas. É muito mais fácil prosperar na vida quando você vem de um estado sereno da mente versus um contexto furioso e ressentido. O primeiro passo para ajudar uma pessoa é explorar a natureza do seu problema.

O PODER DO SUBCONSCIENTE

Pela utilização criteriosa de técnicas de auto-hipnose, projecionismo, viagem ao futuro, lei da atração e do poder da mente que são os elementos que compõe o MÉTODO ALTA chega-se a soluções claras e definitivas para diversos problemas que à primeira vista parecem depender de acaso, fatalidade, destino. E, na verdade, nossos problemas dependem de nós, somente.

De início, enfrentamos a questão básica: nós somos fatalmente e irremediavelmente predestinados, a uma existência determinada, rica e variada, ou modesta, estreita, carente ou ainda cinza e monótona, ou movida por esforços coroados de êxitos e de fracassos?

Se você usar o Poder da Mente como exposto aqui estará em condições de responder com uma grande risada a qualquer pessoa que diante de você faça alusão à fatalidade, que compare como alguns se esforçam para nada conseguir, quanto outros, que não parecem melhor providos de dons que conduzam ao sucesso, vêem suas menores ações trazerem frutos. Numa palavra: será que a sorte existe com a injustiça de acreditamos ver nela?

Podemos responder que não. Nós devemos escolher nosso caminho e analisar o que deve ser feito para obtermos êxito. Podemos fazê-lo? Podemos optar pelo caminho do triunfo? Certamente que sim. Mas o maior trabalho que teremos é o de determinar o esforço a fazer. É como se uma fada nos dissesse: “Vim ajudá-lo. Formule um desejo”. Você deve então refletir, estabelecer sua escolha, definir quais são suas hierarquias, onde colocar seu esforço.

sábado, 16 de julho de 2011

“Teorias de Filósofos do Século XX”

Gottlob Frege (1848 – 1925). Matemático alemão que revolucionou a lógica formal e abriu caminho para a filosofia analítica. 

            Henri Bergson (1859 1914). Evolucionista francês que defendia a existência de um “impulso vital” que leva o mundo adiante, sem início ou término definido. Acreditava que o futuro era determinado pela escolha de alternativas feitas no presente. 

            John Dewey (1859 – 1952). Pragmatista, norte-americano, que desenvolveu um sistema conhecido como “instrumentalismo”. Considerava o homem em continuidade com a natureza, mas distinto dela.

            Edmund Husserl (1859 – 1938), alemão. Fundador da “fenomenologia”. Procurava fundamentar o conhecimento na experiência pura sem pressupostos. 

            *Alfred North Whitehead (1861 – 1947). Evolucionista e matemático britânico, que defendia que a realidade não deveria ser interpretada em termos “atomísticos”, mas em termos de processo. Afirmava que “Deus” está intimamente presente no universo – visão chamada de “Panteísmo”.  Ex.: Todos os Bàbálóòrìsàs e Iyálóòrìsàs, bem como, adeptos das Religiões de Matriz Africanas são “Panteístas”. 

            Benedetto Croce (1866 1952), italiano. Destacou-se por seu papel na retomada do realismo histórico.

            Bertrand Russell (1872 – 1970). Agnóstico britânico, que adotou vários sistemas filosóficos antes de apresentar o “positivismo lógico” – visão segundo a qual o conhecimento científico é o único conhecimento factual. 

            George Edward Moore (1873 – 1958). Filósofo moral britânico, que desenvolveu a doutrina do “utilitarismo ideal”.  

            Martin Heidegger (1889 – 1973). Discípulo alemão de Husserl, que deu continuidade ao desenvolvimento da “fenomenologia” e muito influenciou os existencialistas ateístas.

            Gabriel Marcel (1889 – 1973), francês. Inicialmente aluno de idealistas de língua inglesa, Marcel preocupava-se com o problema cartesiano da relação entre mente e matéria.

            *Ludwig Wittgenstein (1889 –1973), austríaco. O mais influente filósofo do séc. XX; Ludwig desenvolveu dois sistemas filosóficos altamente originais, porém incompatíveis, dominados pela preocupação com as relações entre o mundo e a linguagem.

            Herbert Marcuse (1898 – 1979). Filósofo teuto-americano que tentou combinar existencialismo e psicanálise com um marxismo libertário que era crítico do comunismo.

            *Gilbert Ryle (1900 – 1976), britânico. Estudou a natureza da filosofia e o conceito da mente, a natureza do significado e a filosofia da lógica. 

            Sir Karl Popper (1902 – 1994). Racionalista crítico britânico; defendia que a verdade das leis científicas nunca será provada e que o máximo que se pode supor é que elas sobrevivam às tentativas de refutá-las. 

            Theodor Adorno (1903 – 1969). Filósofo alemão que combinava marxismo com estética vanguardista.

            Jean-Paul Sartre (1905 – 1980). Influente filósofo francês que desenvolveu o pensamento existencialista de Heidegger. Defensor ateísta de uma existência humana irracional e subjetiva, seu lema era “a existência é anterior à essência”. 

            Maurice Merleau-Ponty (1907 – 1961). Fenomenólogo francês que insistia no papel do corpo humano em nossa experiência do mundo.  

            Simone de Beauvoir (1908 1986). Existencialista francesa que fundou a filosofia feminista moderna.    

            Claude Lévi-Strauss (nasc.; em 1908). Antropólogo francês e defensor do estruturalismo, seus trabalhos investigam a relação entre a cultura (um atributo da humanidade) e natureza com base na característica distinta do homem – a capacidade de se comunicar numa língua.

            Willard van Orman Quine (nasc.; em 1908). Filósofo norte-americano que combinou pragmatismo com positivismo lógico e destruiu vários dogmas da fase inicial da filosofia analítica. 

            Sir Isaiah Berlin (nasc.; em 1909). Filósofo moral e político e historiador britânico que salientou a importância dos valores morais e a necessidade de rejeitar o determinismo se houvesse interesse em preservar os ideais de responsabilidade e liberdade humanas.  

            Alfred J. Ayer (1910 – 1989), britânico. Foi o principal defensor do positivismo lógico desenvolvido a partir de Russell.  

            Donald Davidson (nasc.; em 1917), norte-americano. Filósofo da linguagem e seguidor de Quine. 

            Juergen Habermas (nasc.; em 1929), alemão. Crítico marxista com fortes tendências Kantianas e liberais.   

            Jacques Derrida (nasc.; em 1930), francês. Fundador do desconstrutivismo, uma evolução da técnica de Heidegger de interpretar filósofos tradicionais com muito cuidado para revelar sua constante incoerência. 

            */** = Teorias filosóficas; existentes, na Religião de Matriz Africana (Africanistas), acredito que, muitos desses filósofos estudaram a teoria básica (fundamento – Religião Africana Primitiva), principalmente, a filosofia da lógica entre o “Fundamento e Rituais Religiosos Primitivos Africanos”.